Pessach

A Páscoa está chegando e é impossível falar dela sem falar em sacrifício, sem falar no Cristo. A Páscoa teve seu início primal na libertação dos judeus, então escravos no Egito. Foi o sangue de um cordeiro aspergido sobre as ombreiras das portas, que os poupou da morte e lhes propiciou o fim da escravidão. Esse sangue prefigurava o sacrifício do Messias, não só para eles, mas para toda humanidade.

O povo judeu continua aguardando a sua vinda; os cristãos acham que ele já veio, que o sacrifício foi feito e que, portanto, a Páscoa já se cumpriu, restando apenas a derradeira libertação da humanidade para aqueles que acreditarem e aceitarem tal sangue propiciatório em seu benefício. 

A atual Páscoa comemorada pela cristandade nada tem a ver com o escândalo ético que é pensar no filho de Deus e no seu Pai declarando o seu amor ao darem o que tinham de melhor: Deus, o seu próprio filho, e o filho, a sua própria vida. Digo isso porque todos os símbolos atuais da Páscoa (o coelhinho, os ovos, a troca de presentes) remontam a primitivos ritos pagãos, mais precisamente à adoração de Astarte, deusa caldeia. 

Se há alguma objeção de se participar de celebrações que por ventura tenham raízes distantes do objeto histórico a ser lembrado, cabe ao leitor decidir. Mas não devemos esquecer que, quando aderimos à cultura mecânica desprovida de alma, quando não investigamos o porquê do movimento das massas, ficamos tão ocos quanto os ovos de chocolate.

Croquete de Cordeiro

INGREDIENTES:

500 g de carne de cordeiro moída, 

150 g de iogurte natural, 

1 cebola, 

suco de limão, 

2 tomates, 

azeite extravirgem, 

cominho, 

pimenta malagueta picada, 

pimenta-do-reino preta, 

sal a gosto

PREPARO:

Misture todos os ingredientes e faça pequenos croquetes, compridos. Leve para assar na chapa. Sirva com uma salada de folhas verdes temperadas com limão, mel, pimenta-do-reino, azeite e sal.

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