MEMÓRIAS DA VILA - ARQUIVO
A PIRÂMIDE, O ET E A FAKE NEWS


A datilografia


Doce espetáculo


Eu, o Levy, o teatro e o cheiro de chocolate
O Levy, o Tanabe e as Carpas


Os japoneses são uma grande colônia na Vila Mariana e sempre nos presentearam com seus hábitos, culinária e cultura
Atenção, Marinheiros!... Caravela à vista


Foi a frase que o Milton Levy gritou quando tiraram os tapumes que escondiam uma obra na Av. 23 de Maio, que demorou meses para ficar pronta
Uma turma que apostava em carros de doces


Nos anos 60 e 70 na Vila Mariana existiam muitas “turmas” que eram amigos que andavam juntos
Os bondes da vila


Recordações de família!


"Corria o ano de 1947 quando Seu Nicola ficou com o armazém de “secos e molhados”. Um ponto comercial elegante e fino..."
Aventuras no rio Boa Vista


Na coluna Vila Mariana Amo Você no Pedaço da Vila, Cacá Boise escreve sobre as brincadeiras no rio Boa Vista, hoje canalizado
A maior chuva da cidade


A Vila Mariana foi formada entre córregos, todos desaguavam nos vários lagos que existiam no Campo de Barretos,uma várzea onde hoje é o Parque Ibirapuera.
Meus tempos de escola


Passei pela Escola Sete de Setembro, na Rua França Pinto, para depois concluir meus estudos no Grupo Escolar Marechal Floriano
Balas perdidas


Nessa época, foi inaugurado o Cine Fênix, na Rua Domingos de Morais, e seu proprietário foi atingido por uma bala perdida
Comércios da Vila


E veio o comércio: armazéns, açougues, padarias, floriculturas, quitandas...
Dona Rosa


A vizinhança fazia muitas festas e era solidária. Minha mãe sempre lembrava da vizinha Dona Rosa...
Águas da Vila


Na pracinha da Rua São Paulino existia uma nascente com uma água tão pura, mas tão pura, que ganhou um prêmio da melhor da cidade!
Aniversário


No dia 8 de janeiro, completei 99 anos de vida... E comemorei trabalhando!
Aquela tranquilidade


Cresci brincando nas ruas batidas de terra, nadando nos lagos onde hoje é o Parque Ibirapuera...
O dia em que o galo não cantou


Antigamente os moradores da Vila Mariana viviam em chácaras.
Ao nascer, recebi um milagre


Desde que fiquei adulto, só vou à igreja quando sou convidado para alguma celebração, mas, eu faço minhas orações todos os dias, antes de dormir!
Ah! como namorar era difícil


No meu tempo, um tornozelo à vista já era motivo para mil fantasias.
Amor ao ofício


Eu gosto de trabalhar, ajudo a família, consegui tudo o que queria com o meu salão
Uma grande família


Tenho muitas lembranças dos meus vizinhos! Os moradores da Vila Mariana, a maioria descendentes de italianos, eram uma grande família!
memórias


Saiba quem foram os primeiros homens a atravessar o Oceano Atlântico de avião
Ah! o Natal de meu tempo de criança...


No dia 25, a família toda ia para a casa do meu avô, na Rua Humberto I. Era um casarão com um pomar cheio de frutas diferentes.
Recordações de infância


No meu tempo de menino, as ruas da Vila Mariana eram todas de terra
Aquela Revolução de 32


Recordações da Revolução Constitucionalista de 1932
Aquela copa


Em sua nova coluna, Seu Chiquinhos traz à tona as tristes lembranças da final da Copa de 1950
Memórias da Vila


Uma bela homenagem de Seu Chiquinho ao amigo e farmacêutico Francisco Tavares de Oliveira
Os tempos de ouro do futebol de várzea


Em sua nova coluna, Seu Chiquinho nos conta sobre os tempos de ouro do futebol de várzea.
Outras primaveras


Nesta edição, seu chiquinho recorda da Vila Mariana dos seus tempos de criança.
O Natal da minha infância


Seu chiquinho recorda como era, em seu tempo de juventude, uma das principais festas mundiais.
As grandes empresas do bairro


Seu Chiquinho recorda as antigas empresas que eram destaque no bairro.
Memórias de seu chiquinho


As lembranças do Matadouro e sua importância para a formação da Vila Mariana.
Outros natais


Os natais passados de seu Chiquinho
Minhas memórias


Por volta de 1917, quando nasci (na rua Humberto I), a Vila Mariana já havia se tornado próspera.
Lembranças dos meus 7 anos


Muitas lembranças tenho da revolução de 1924. Eu tinha 7 anos e ouvia os tiroteios esparsos.
Qual é a beleza ideal masculina?


Sempre me procuram para eu dar entrevistas em jornais, revistas e televisão. Recentemente, fui procurado pela revista Status para falar sobre o modelo ideal de beleza masculina.
Sou prova viva: o clima mudou!


Todo mundo sabe que São Paulo era chamada de “terra da garoa”.
Tempos de reflexão


Assistindo aos noticiários sobre o tsunami e o acidente na usina nuclear no Japão, não pude deixar de me lembrar da 2.ª Grande Guerra Mundial.
O Carnaval dos anos 30 ...


O teu cabelo não nega mulata, porque é mulata na cor. O teu cabelo não nega mulata, mulata quero seu amor!”
Meus clientes famosos


Em 83 anos de profissão, posso dizer que muita gente famosa passou pelo salão do meu tio, e, depois, pelo meu, sempre aqui na Vila Mariana!
Caixinha de Natal


Era eu o responsável pela decoração de Natal na época em que aprendia o ofício de barbeiro no salão do meu tio Adolfo. Entre os afazeres, subia nas escadas para ligar o fio de luz, repleto de enfeites.
Meu ilustre amigo


Mês passado, o estimado amigo recebeu o título de Professor Emérito 2010 - Troféu Guerreiro da Educação.
Lembranças da Ditadura


Na década de 30 muita coisa aconteceu no Brasil.
Bons Tempos Aqueles


Do tempo em que eu era menino até os dias presentes, ocorreram diversas mudanças no mundo. Lembro que os moradores tinham quintais com plantações de flores, frutas, e galinheiros.
Meu pai me ensinou


Meu pai, Afonso Villano, nasceu em 1893, na Itália, e chegou ao Brasil em 1909. Era um homem sério e trabalhador.
Minhas férias do grupo escolar Marechal Floriano


Em 1924, aos 7 anos, fui estudar no Grupo Escolar Marechal Floriano, até hoje na rua Júlia.
As Copas do Mundo


Acompanhei todas as Copas do Mundo, a primeira foi em 1930. Até então, os torneios eram realizados por jogadores amadores, dentro das Olimpíadas.
Minha mãe, com muitas saudades


Comecei a ir à escola aos cinco anos de idade, em 1922: entrava às 8h e saía às 11h. Almoçava em casa e voltava para a escola às 13h , para sair às 17h.
As promessas de minha mãe


Minha mãe, como a grande maioria dos italianos que vieram morar na Vila Mariana, era muito religiosa.
No meio do mar


No mês de março, a convite de minha filha e genro, fui fazer um cruzeiro no navio "Costa Mágica".
É muita chuva!


Já contei aqui que, em 1929, o Monte Serrat, em Santos, desmoronou de tanta chuva.
As águas da Vila


A Vila Mariana é muito rica em água. Há por aqui muitas nascentes. Onde hoje é a praça da rua São Paulino tinha uma bica que chegou a ganhar prêmios pela pureza de sua água.
Verde que te quero Verde


Setembro é o mês de entrada da Primavera e nesta época é impossível não lembrar de como era exuberante a natureza da Vila Mariana!
Palmeirense


Foi por causa de meu tio Antônio Trotta que me tornei torcedor do Palestra Itália. Ele era conselheiro do Clube e levava eu e meus tios aos jogos.
Meu primeiro beijo!


Minha primeira paixão aconteceu aos 20 anos. Foi por uma menina de 14 anos, que morava aqui no bairro.
Meu dia a dia da infância


Minha mãe PPhilomena Pascoal Trotta (com dois P) era filha de Pascoal Trotta e Domingas Torre Trotta, ambos napolitanos. Aos 21 anos, ela casou-se com meu pai Afonso Vilano, em 1914.
Ah! A minha Páscoa!


Até a década de 50, a Páscoa era bem diferente. Ela começava no Domingo de Ramos e, a partir daí, entrávamos na Semana Santa, quando era pecado comer carne.
Como as moças viviam no meu tempo de menino


No mês em que é comemorado o Dia Internacional das Mulheres quero contar um pouco sobre como as moças viviam no meu tempo de menino.
Dia da fartura


Meu Natal de criança era o dia de fartura.
A casa de meu avô


Lembrar das festas de finais de ano em que pude comemorar ainda com meus avós vivos, me deixa saudoso... Isso uns 80 anos atrás...
Fiquei ainda mais famoso!


Há 2 anos faço parte do Jornal Pedaço da Vila contando as minhas memórias, afinal, desde que nasci em 1917 na rua Humberto I, moro no bairro.
Amigos de Infância


Setembro foi animado! Tive duas festas de aniversário de dois grandes amigos de infância: Armando Tambelli e Mário Torelli.
Minha barbearia


Comecei a aprender o ofício de barbeiro aos 12 anos com meu tio e nestes meus 80 anos de trabalho, atendi as famílias italianas mais tradicionais do bairro.
As igrejas


Contraí a gripe espanhola logo que nasci, em 1917. M
Louco por Ópera


Sou louco por ópera e foi na década de 30 que conheci os teatros da cidade.
A comida dos italianos


Os italianos que chegaram na Vila Mariana, eram imigrantes pobres, fugidos da 1ª Grande Guerra.
Quando vi o primeiro japonês


Foi em 1924 que vi o primeiro japonês em minha vida. Foi um freguês do salão de meu tio, que não sabia falar português e se comunicava através de sinais.
Minha mãe PPhilomena Trota Villano


Minha mãe chamava-se PPhilomena Trota Villano (assim mesmo com dois "Ps").
As ruas da Vila...


Quando nasci, em 1917, as ruas eram todas de terra e o movimento era o das charretes, carroças e dos caminhões.
Quando eu andava de bonde


Minha mãe contava, impressionada com os bondes elétricos, que até pouco tempo o transporte era feito por bondes puxados à cavalgadura.
Memórias da Vila


As pessoas que só conheceram a rua Domingos de Moraes e o Largo Ana Rosa depois das estações do Metrô, posso garantir que antigamente aquilo era muito elegante.
Memórias da Vila


Como já contei foi graças ao Matadouro Municipal que os imigrantes italianos conseguiram seu primeiro emprego quando chegaram aqui na Vila Mariana.
Memórias da Vila


Walter Taverna foi barbeiro como eu e acho que foi por isso que só vim a conhecê-lo quando ele resolveu proclamar a República de Vila Mariana e me convidou para seu Ministro do Trabalho.
História do bairro de Vila Mariana


Nasci e fui criado em Vila Mariana e durante os meus 90 anos acompanhei a evolução desse bairro.
A Primeira Escola


A primeira escola que frequentei foi aos 5 anos, em 1922, na esquina da rua Humberto I com Major Maragliano.
A Moda


Comecei a trabalhar como barbeiro no começo do século 20, aos 11 anos, no salão meu tio. Uma época em que os homens usavam chapéu, paletó e suspensórios e aparavam os cabelos bem curtos.
Histórias de Família


Antigamente, a gente namorava com a intenção de casar.
Os primeiros aviadores


Já que o assunto do momento são os aviões, vou contar este mês sobre os primeiros aviadores a pousarem no Brasil: os pioneiros foram os portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral.
Como surgiu a favela da rua Mário Cardim


Até meus 8 anos morei na rua Humberto I. Em 1925, mudamos para a casa que meu pai mandou construir em um terreno de 2.500 m2, na travessa da rua França Pinto, altura do no 1300.
Mais um pouco sobre a Vila Mariana do passado...


O Matadouro Municipal foi um importante marco de crescimento em nosso bairro. Os curtumes chegaram quase na mesma época – um deles era onde é o Senai Anchieta, na rua Gandavo com Mário Cardim.
Os vizinhos


Veja como era a colaboração entre vizinhos
Brincadeira de criança


Nos meus tempos de criança - façam a conta, nasci em 1917 -, o que mais tinha era espaço e liberdade para brincar.
Um pouquinho de política...


Sou do tempo da Ditadura de Getúlio Vargas, que durou até 1945. Nas primeiras eleições, em 46, foi eleito o general Gaspar Dutra e, depois dele, veio Getúlio Vargas, novamente.
O aniversário do Seu Chiquinho


Hoje vou falar do tempo presente e do presente de aniversário que ganhei dos meus filhos, no dia 8 de janeiro: uma festa surpresa pelos meus 90 anos!
Os carros da Vila


Quando era criança, os moradores da Vila andavam de carroça ou a cavalo, que como as mulas e burros, nascia em tudo quanto era lado e andava solto, livremente pelas ruas. Raríssimas pessoas do bairro tinham carro e para os longos percursos iam de bonde.
As despedidas


O que mais sinto falta da Vila Mariana dos meus tempos de menino são o respeito e a solidariedade que existiam na vizinhança. Lembro-me que quando um italiano da comunidade falecia, o comércio fechava.
O Natal na Vila Mariana


Nasci em 1917 e não em 1927, como saiu na minha coluna da edição anterior... Então, tenho ainda mais 10 anos de memória para contar como era o Natal e o Ano Novo no começo do século XX - uma época em que ainda não tinham nem inventado o Papai-Noel!

 
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